sábado, 4 de diciembre de 2010



Destaque
Brasil deve fechar fronteiras para os agrotóxicos proibidos, diz Marina SilvaDe acordo com informações do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola (Sindage), mais de um bilhão de litros de agrotóxicos foram jogados nas lavouras brasileiras na última safra. O número coloca o Brasil em primeiro lugar no ranking dos países que mais usam agrotóxicos no mundo. Para se ter uma ideia, é como se cada brasileiro consumisse, ao longo do ano, cinco litros de veneno. A senadora Marina Silva (PV) defende que a discussão seja feita pelo governo com mais transparência.
 

Notícias
Documentos secretos revelam relação colonialista dos EUA com o Brasil
De acordo com o site Wikileaks – especializado em divulgar documentos sigilosos – o governo dos Estados Unidos considera o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) um obstáculo para a criação de uma lei antiterrorismo no Brasil. Essa acusação teria sido feita em 2008 e corresponde a uma prática comum entre os diplomatas estadunidenses, que são encarregados de espionar as autoridas dos países onde atuam. Para o integrante da Coordenação Nacional do MST João Pedro Stédile, a atuação dos diplomatas revela a relação colonialista que os Estados Unidos têm com o Brasil e com o resto do mundo.
MPF quer fechar mineroduto da Vale em território quilombola
O Ministério Público Federal (MPF) pediu a suspensão do funcionamento de um mineroduto e uma linha de transmissão de energia da Vale no município de Jambuaçu, no Pará. De acordo com o procurador da República no estado, Felício Pontes, quase 800 famílias quilombolas tiveram a produção de alimentos afetada com as atividades da empresa.
Juízes repudiam execuções sumárias no Rio
Em um momento de imprecisão quanto ao número de mortos durante as ações policiais nas favelas cariocas, a Associação Juízes para a Democracia acusa o Estado de violar a ordem constitucional. Em nota divulgada na última terça-feira (30), a organização assegura que o Estado “perde a superioridade ética que o distingue do criminoso”. Isso se dá “com a defesa pública de execuções sumárias por membros das forças de segurança, a invasão de domicílios e a prisão para averiguação de cidadãos pobres”.

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